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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Rui Oliveira continua de amarelo, mas falta-lhe o que mais quer: “Quero levantar os braços”

   🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 7 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 2 min · 🌱EMM Rui Oliveira continua de amarelo na Volta a Portugal, mas há um detalhe que o próprio português não consegue esconder: a camisola já mora nos seus ombros; o triunfo em etapa ainda não. Depois do segundo lugar no prólogo e do quarto posto na primeira etapa, o corredor da UAE Emirates voltou a bater à porta do triunfo em Albufeira. Desta vez, terminou em sexto, numa chegada ganha pelo colombiano Santiago Mesa, mas manteve a liderança da classificação geral. O problema é que Rui Oliveira não parece interessado em colecionar segundos, quartos ou sextos lugares. Quer ganhar. E já não o esconde. O amarelo não chega “ O grande objetivo era ganhar a etapa. Sabia que era difícil. Há muitos bons sprinters aqui ”, reconheceu Rui Oliveira, admitindo que esteve demasiado exposto nos metros finais. O português acredita que quem apareceu mais tarde no sprint acabou por beneficiar da po...

Jaime Faria: “Não me senti muito bem, um pouco lento, não muito ágil”

                                                         Por António Vieira Pacheco   

Lisboeta reconhece que ritmo e nível de jogo no encontro da primeira ronda do Millennium Estoril Open.
Créditos: Millennium Estoril Open. Canhão do Jamor regressou e faltou ritmo de jogo.

Jaime Faria voltou à competição esta tarde, após dois meses de paragem devido a uma lesão no pé esquerdo. O português estava ansioso para voltar a competir em casa, no Millennium Estoril Open, mas o regresso não foi o esperado. Perdeu para o espanhol Bernabe Zapata Miralles em dois ‘sets’: 6-3 e 7-6 (2).

Após a partida, Faria falou sobre o seu regresso e as condições em que se encontra. 

“Não me senti muito bem, senti-me um pouco lento, não muito ágil. É normal, dois meses sem jogar,” explicou o tenista, admitindo que a paragem afetou o seu desempenho. No entanto, mostrou-se satisfeito com a sua atitude no jogo.

 “Mas estou feliz com a minha atitude, a minha prestação e mérito para o meu adversário que jogou bastante bem. Ele não atravessa uma fase fácil, mas mostrou ótimo nível.”

Forçar o regresso

Faria, que ocupa atualmente o 105.º lugar no ‘ranking’ mundial, falou ainda sobre o seu esforço para voltar a tempo de disputar o Estoril Open. 

“Estou completamente recuperado, mas forcei um pouco o momento de regresso à competição, para jogar aqui. Queria muito jogar este torneio. É pena não me apresentar nas melhores condições, mas dei o meu melhor e agora é preparar-me o melhor possível para ir a Roma.”

A emoção de jogar em casa

Jogar em casa tem sempre um sabor especial, mas também traz uma carga emocional extra. 

“É sempre um torneio diferente, não é como jogar fora. Sinto sempre um pouco mais de ansiedade, um pouco mais de nervosismo. Mas isso vai ser uma coisa com que vou ter que viver.” 

Apesar da pressão, Faria sente-se à vontade a jogar em Portugal.

 De modo geral, jogo bem em Portugal e adoro jogar com o público. Hoje não foi ansiedade nem a falta de apoio, foi mesmo o meu nível de jogo.”

Embora tenha saído derrotado, o regresso do Canhão do Jamor foi marcado por honestidade e resiliência. Agora, o foco está no futuro, com a preparação para Roma a ser o seu próximo grande objetivo.


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