🖋️ Por: António Vieira Pacheco 📸 Créditos: Entrar no Mundo das Modalidades ⏱️ Tempo d e leitura: 2 minutos A espera inevitável Crescemos a escutar que um jogador de qualidade não escolhe adversário. Que, para vencer um torneio, é necessário superar todos os adversários que surgem pelo caminho. O discurso é bonito, quase épico — sobretudo quando falamos dos outros. Na realidade do circuito, porém, o discurso muda. Importa distinguir a retórica daquilo que é verdadeiramente sério. Nenhum tenista entra num sorteio a desejar um Djokovic, um Sinner ou um Alcaraz logo na primeira ronda. Preferir um adversário teoricamente mais acessível não é falta de ambição. É sim gestão de carreira. E no Australian Open, como em qualquer Grand Slam, a espera pelo quadro é tão inevitável quanto reveladora. Olhar para a frente Todos olham para o quadro. Uns fingem que não, outros admitem-no sem pudor. Poucos jogadores se limitam à análise da primeira ronda. A mai...
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