Afonso Eulálio na linha do abismo
🖋️ Por: António Vieira Pacheco 📸 Créditos: Direitos Reservados ⏱️ Tempo d e leitura: 3 minutos O líder da juventude chama-se Afonso Eulálio. Português entra nos Alpes entre o sonho do top 5 e o risco de colapso. A fronteira entre o sonho e a queda A terceira semana do Giro d'Itália começa como um julgamento sem apelo. É aqui que a corrida deixa de ser promessa e é verdade. Onde a resistência separa os sobreviventes dos que apenas resistiram até ali. Há duas semanas, poucos imaginariam Afonso Eulálio vestido de rosa por tantos dias. Hoje, a narrativa já não pertence à surpresa, mas à legitimidade. O português deixou de ser um acaso simpático da corrida e passou a ser uma variável real na equação da classificação geral. O que antes era romantismo desportivo transformou-se em pressão competitiva. Um líder que já não pode esconder-se Como Eulálio respondeu ao contrarrelógio e às primeiras montanhas, mudou a perceção do pelotão. Já não é apenas um sobrevive...