A China e a transição silenciosa no Mundial 2026
🖋️ Por: António Vieira Pacheco 📸 Créditos: WTT ⏱️ Tempo d e leitura: 3 minutos Mesa-tenista sueco festeja vitória contra a China. Durante décadas, a presença da China numa grande competição internacional de ténis de mesa carregava uma sensação de inevitabilidade. Não era apenas uma seleção — era um sistema fechado, eficiente, quase imune ao erro. Ganhar era o normal. Perder, a exceção. No Mundial de seleções de 2026, esse enquadramento alterou repentinamente, As derrotas frente à Coreia do Sul e à Suécia não afastam a China da luta pelo título, mas introduzem um novo elemento no discurso competitivo: incerteza. Pela primeira vez em muitos anos, a superioridade deixou de ser um pressuposto e passou a ser uma variável em análise. Entre perder e expor fragilidades Equipas dominantes também perdem. A história do desporto confirma-o. O que distingue este momento não é o resultado em si. É como surgiu essa fissura na...