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Pogačar explica ataque brutal: «Não estava obrigado tão cedo, mas...»

🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 25 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️3 min · 🌱EMM Tadej Pogačar não precisava de atacar a 50 quilómetros da meta. Mas, perante o ritmo infernal imposto nas primeiras dificuldades da etapa e a quebra de Jay Vine, o portador da camisola vermelha decidiu que esperar seria mais perigoso do que atacar. O esloveno da UAE Emirates transformou a quarta etapa da Volta a Espanha numa demonstração de força. Atacou ainda longe da chegada, abriu uma vantagem gigantesca e chegou isolado à meta em Andorra, conquistando uma vitória que lhe permite reforçar significativamente a liderança da classificação geral. Depois da etapa, Pogačar explicou que o ataque não estava inicialmente previsto. «Não estava obrigado, tão cedo, mas o ritmo já tinha sido muito alto na primeira subida e na segunda, íamos depressa desde o início. Quando o Jay [Vine] cedeu, não quis ficar isolado perante os outros corredores da geral, porque iriam atacar-me certamente» , explicou. ...

PERFIL HENRIQUE ROCHA

 🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 13 junho 2026 · 📸 ATP Tour · ⏱️5 min

            

       Henrique Rocha 
 6/4/2004

Henrique Rocha nasceu na cidade do Porto e cedo encontrou no ténis um caminho de exigência e continuidade. 

Os primeiros passos foram dados na Cayolla-Academia  de Ténis.

 No entanto, foi na Escola de Ténis da Maia, num ambiente de formação que lhe permitiu desenvolver as bases do jogo e o gosto pela competição. 

Aos 15 anos, foi para o Centro de Alto Rendimento (CAR) da Federação Portuguesa de Ténis, no Jamor, um momento determinante no seu percurso.

A integração no CAR representou a entrada num contexto de alto rendimento. 

O trabalho diário e a exposição internacional moldaram a sua evolução. Rocha tornou-se profissional ainda jovem e construiu o seu trajeto com progressão sustentada, alternando entre os circuitos ITF e Challenger, sempre com crescimento competitivo visível.

Destro, com 1,80 metros de altura, apresenta um jogo sólido a partir da linha de fundo, assente na intensidade das trocas e na capacidade de assumir iniciativa nos momentos decisivos. A maturidade competitiva demonstrada ao longo das últimas épocas tem sido um dos traços mais consistentes da sua afirmação no circuito.

Caminho construído com talento

O percurso profissional começou a ganhar expressão em 2023, ano em que conquistou seis títulos, em singulares, no circuito ITF. As vitórias em Vila Real de Santo António, Mungia, Bakio, Sintra, Tavira e Vale do Lobo refletiram regularidade, adaptação a diferentes condições e capacidade de gerir semanas competitivas exigentes. A esses resultados juntaram-se ainda quatro títulos de pares.

A consolidação chega ao circuito Challenger. Em março de 2024, venceu o Challenger 75 de Múrcia e conquistou o primeiro título neste escalão. Em novembro de 2025, repetiu o feito em Matsuyama, no Japão, confirmando capacidade de competir em contextos mais exigentes e em diferentes geografias. No seu currículo no circuito Challenger, ainda constam dois títulos em duplas.

Palcos maiores

Nos torneios do Grand Slam, o portuense tem marcado presença regular nas fases de qualificação, acumulando experiência em alguns dos palcos mais exigentes do ténis mundial. 

Em 2025, atingiu a terceira ronda do qualifying do Australian Open e do US Open e a terceira eliminatória do quadro principal de Roland Garros. Em Wimbledon, chegou à segunda ronda da fase de qualificação em 2024 e 2025.

Estas participações têm sido passos importantes no processo de afirmação internacional, permitindo-lhe medir forças com os diferentes estilos e ritmos de jogo.

Rocha integra uma nova geração do ténis português que cresce com ambição e método. O seu percurso tem sido feito com muita paciência, com resultados consistentes e margem de progressão. Um caminho que continua a ganhar forma no circuito internacional.

 

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