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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

36ª ASA Classic Race levou 170 cicloturistas à estrada: o ciclismo não vive só de competição

  🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 20 de setembro 2026 · 📸 Revista Notícias do Pedal · ⏱️4 min · 🌱EMM     Cerca de 170 cicloturistas pedalaram. Sem pódios, sem segundos para discutir e sem a obsessão pela classificação. Apenas uma bicicleta, uma estrada e uma ideia de ciclismo que continua a resistir. O ciclismo português habituou-se a contar vencedores. Quem ganhou a etapa, quem atacou, quem perdeu tempo, quem chegou primeiro. Mas a modalidade não se resume a isso. Há também quem pedale sem classificação, sem pódio e sem outra recompensa, apenas para ter o prazer de estar na estrada. Mas há um ciclismo que não cabe numa classificação. No domingo, na Amadora, cerca de 170 pessoas voltaram a lembrar isso. A 36.ª edição do Passeio de Cicloturismo ASA Classic Race, organizado pelo Grupo de Cicloturismo Estrelas da Amadora, colocou bicicletas na estrada. Não para decidir um campeão, mas para recuperar o que parece cada vez mais raro: o prazer de pedalar em conjunto. ...

Portugal passeia em Santa Tecla na Taça Davis

    🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 19 de setembro 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 3 min · 🌱EMM  

Primeiro dia da Taça Davis tranquila para Portugal.

Portugal terminou o primeiro dia em Santa Tecla com uma vantagem de 2-0 sobre El Salvador. Nuno Borges confirmou o favoritismo e Jaime Faria conseguiu finalmente a primeira vitória em singulares pela Seleção na Taça Davis.

O primeiro objetivo estava definido antes da eliminatória começar: Portugal tinha de sair de Santa Tecla na frente.

Saiu melhor do que isso.

Nuno Borges e Jaime Faria ganharam os dois primeiros singulares, ambos em dois sets, e colocaram El Salvador numa situação delicada antes do segundo dia.

O ambiente da Taça Davis esteve lá — bancadas e camarotes repletos, vuvuzelas e o apoio constante ao conjunto da casa — mas Portugal não permitiu que esse fator tivesse influência.

Foram duas vitórias portuguesas.

E nenhuma delas chegou ao terceiro set.

Borges fez o que se esperava

Diego Duran tinha o público a apoiá-lo e uma oportunidade rara de defrontar um jogador do gabarito de Nuno Borges.

O português não lhe concedeu essa surpresa.

A diferença de ranking era enorme — Borges é 48.º do mundo, enquanto Duran surge no 1728º lugar — mas foi sobretudo a eficácia do português que decidiu o encontro.

Em apenas 53 minutos, Borges venceu por 6-2 e 6-1. Um passeio tranquilo no menor país da América Latina.

Fez quatro ases, aproveitou cinco dos seis break points de que dispôs e só permitiu uma oportunidade de break ao adversário.

Duran ainda teve a possibilidade de quebrar o serviço português.

Borges respondeu.

E Portugal ganhou o primeiro ponto.

Faria tinha uma conta pessoal

O segundo encontro tinha um significado diferente para Jaime Faria.

O lisboeta, 70.º do ranking ATP e atualmente no melhor lugar da carreira, ainda não havia conseguido vencer pela Seleção na Taça Davis.

Havia perdido os quatro anteriores.

César Cruz era o adversário desta vez.

E Faria mudou a história.

O português ganhou por 6-2 e 6-2, em 1h22, e não permitiu que o encontro se transformasse numa batalha.

Seis aces, 83% dos pontos ganhos no segundo serviço e cinco break points concretizados, em seis oportunidades.

A estatística mais importante, porém, estava noutra linha:

Jaime Faria ganhou, finalmente, um singular na Taça Davis.

Portugal passou para 2-0.

Agora aparece Arévalo

É aqui que o domingo ganha outro interesse.

Marcelo Arévalo, oitavo do ranking mundial de pares, ainda não entrou em ação.

O salvadorenho será, de acordo com o alinhamento divulgado, parceiro de César Cruz frente a Nuno Borges e Francisco Cabral.

E essa será uma história completamente diferente.

Portugal tem vantagem no marcador.

El Salvador tem ainda uma das suas principais referências para lançar na eliminatória.

Se os pares não decidirem o confronto, entram novamente em cena os singulares: primeiro César Cruz frente a Nuno Borges e depois Diego Duran contra Jaime Faria.

Portugal tem a vantagem. Falta fechá-la.

O 2-0 dá à Seleção portuguesa aquilo que procurava no final do primeiro dia: margem.

Mas a eliminatória não está ganha.

Há três encontros previstos para domingo e Portugal precisa de conquistar mais um ponto para garantir o triunfo.

A matemática é simples.

A história, essa, já começou a ser escrita.

Borges abriu a eliminatória.

Faria conseguiu a vitória que lhe faltava.

Agora resta saber se Portugal fecha a porta no domingo — ou se El Salvador consegue manter a eliminatória viva.

EL SALVADOR 0-2 PORTUGAL

Sábado
Diego Duran – Nuno Borges: 2-6, 1-6
César Cruz – Jaime Faria: 2-6, 2-6

Domingo — 18h00 (Portugal continental)
Marcelo Arévalo/César Cruz – Nuno Borges/Francisco Cabral

30 minutos depois
Cesar Cruz – Nuno Borges

15 minutos depois
Diego Duran – Jaime Faria


TAÇA DAVIS
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