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Vuelta trava no caos: chuva e granizo anulam etapa

    🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 24 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️3 min · 🌱EMM  Pogačar mantém a camisola vermelha, enquanto João Almeida continua a 40 segundos do líder. A terceira etapa da Vuelta não chegou à meta e foi o tempo que decidiu quando a corrida parava. A etapa, entre Gruissan-Aude e Font-Romeu, foi anulada quando faltavam cerca de 15 quilómetros para a meta, após o pelotão ser atingido por chuva torrencial e granizo, num cenário que impossibilitou continuar a corrida em segurança. A organização começou por interromper a etapa de 174 quilómetros. Pouco depois, chegou a decisão definitiva: todo o percurso cumprido pelos 183 corredores foi anulado, incluindo os pontos e as bonificações conquistados ao longo do dia. O caos instalou-se depois da passagem pelo Col de Mont Louis, uma subida de primeira categoria que antecedia a descida e a subida final rumo à meta. Com a estrada cada vez mais complicada, vários corredores abandonaram, momentaneament...

Francisco Cabral cai no limite no Dubai

🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: ATP Tour

⏱️ Tempo de leitura: 3 minutos

Francisco Cabral ainda festejou um set, mas não chega às meias no Dubai.

 Adeus, Dubai

Francisco Cabral esteve a um passo das meias-finais do ATP 500 do Dubai.Mas ficou  pelo caminho.

O número um português de pares não conseguiu fechar o encontro apesar de ter tido duas oportunidades para o fazer. A derrota surgiu no super tie-break, após batalha intensa e cheia de reviravoltas.

Quase a cambalhota

Ao lado do austríaco Lucas Miedler, Cabral enfrentou os segundos cabeças de série, Marcelo Arévalo e Mate Pavic. A tarefa era exigente.

E foi discutida até ao último ponto.

Depois de cederem o primeiro set por 6-4, o português e o parceiro reagiram com autoridade no segundo parcial, que fecharam em 3-6. O encontro seguiu para o decisivo match tie-break.

Aí, a história parecia inclinar-se para o lado luso-austríaco.

Vantagem desperdiçada

Cabral e Miedler entraram melhor no desempate. Construíram vantagem. Chegaram a liderar por 4-1. Estavam embalados. E confiantes.

Mas Arévalo e Pavic mantiveram-se firmes. Reduziram distâncias e aproveitaram pequenas hesitações do lado oposto. A pressão aumentou a cada ponto.

Cabral ainda dispôs de duas oportunidades para fechar o encontro. Não conseguiu concretizar.

O super tie-break terminou 11–9. E com ele, a campanha no Dubai.

Desfecho amargo

A derrota deixa sensação agridoce. Frente a uma das duplas mais fortes do circuito, Cabral esteve ao nível exigido.

Faltou apenas a eficácia final. O detalhe decisivo.

Num formato onde cada ponto tem peso redobrado, pequenas oscilações tornam-se determinantes. E o desfecho confirmou isso mesmo.

Com a eliminação no Dubai, termina também a presença portuguesa nos Emirados Árabes Unidos esta semana.

Resta apenas Nuno Borges em competição, ainda em prova na variante de pares no ATP de Acapulco, no México.

Cabral sai de cena após uma exibição competitiva. Mas com a noção clara de que esteve muito próximo.

Próximo passo

A temporada de pares segue intensa e repleta de oportunidades. O nível demonstrado frente a uma dupla de topo mundial confirma que o português continua capaz de discutir encontros grandes.

No Dubai, ficou a escassos pontos das meias-finais. E de mais um resultado de relevo no circuito ATP.

A margem foi mínima. O desfecho, cruel.


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