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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Ivo Oliveira rei do Tour de Kyushu

   Redação EMM 11 de outubro de 2026 DIREITOS RESERVADOS — EMM Leitura estimada: 3 min Ivo Oliveira (UAE Emirates) conquistou o Tour de Kyushu, após vencer ao sprint a terceira e última etapa da prova que decorreu no Japão. Depois de na véspera ter somado a primeira vitória da época, Ivo Oliveira voltou a impor-se ao sprint no final dos 123,6 quilómetros da tirada, com partida e chegada a Miyazaki, terminando em 2:34.46 horas, à frente do francês Alexandre Delettre (TotalEnergies) e do neozelandês Luke Mudgway (Li Ning Star), respetivamente segundo e terceiro, com o mesmo tempo do vencedor. Numa corrida decidida pelas bonificações, o ciclista natural de Gaia, de 30 anos, terminou com 16 segundos de avanço sobre Mudgway e 26 sobre Deletter. O antigo campeão nacional de fundo (2023 e 2025) e de contrarrelógio (2020) venceu pela primeira vez uma prova por etapas, chegando às 10 vitórias como profissional. O triunfo acontece para o ciclista da UAE Emirates dias antes de representa...

Rafael Barbas dá o salto para o profissionalismo: «Sou principalmente um escalador»

 🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 28 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️3 min · 🌱EMM

Rafael Barbas assina pela Caja Rural.

Rafael Barbas, aos 22 anos, vai deixar a Tavfer-Ovos Matinados e dar o maior salto da ainda curta carreira: o ciclista português foi oficializado como reforço da Caja Rural e prepara-se para entrar no pelotão do segundo escalão mundial.

A mudança representa muito mais do que uma troca de camisola. Barbas, natural da Guarda, deixa o pelotão nacional e passa para uma estrutura espanhola de outro nível competitivo, onde terá de provar, desde cedo, que está preparado para enfrentar adversários mais experientes e um calendário mais exigente.

E o próprio português já sabe onde estão algumas das suas melhores armas.

«Acredito que sou um ciclista completo, mas, principalmente, um escalador», afirmou Rafael Barbas nas primeiras declarações como corredor da Caja Rural.

É uma definição que ajuda a perceber o perfil do jovem português, que vê nas subidas mais longas um dos terrenos onde poderá fazer a diferença. Mas Barbas não fecha a porta a outras funções e tem vontade de pôr as suas características ao serviço da equipa.

A passagem para o profissionalismo ocorre após uma etapa de crescimento na Tavfer-Ovos Matinados, na qual ganhou experiência e desenvolveu argumentos suficientes para despertar o interesse de uma estrutura espanhola.

Agora, o cenário será outro.

Na Caja Rural, Barbas encontrará um pelotão mais competitivo, com maior intensidade e menos margem para esconder dificuldades. Aos 22 anos, terá também a oportunidade de perceber até onde pode levar o seu potencial.

O próprio admite estar numa fase de descoberta das suas capacidades. E essa será uma das partes mais interessantes deste novo capítulo: perceber se o ciclista que se destacou no pelotão português consegue transformar essas qualidades em rendimento no ciclismo profissional.

A Caja Rural abre-lhe a porta. Rafael Barbas terá de a atravessar com as pernas.

Porque no profissionalismo, o potencial impressiona. É a estrada que confirma.

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