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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Tiago Antunes renova pela Efapel: «Fazia todo o sentido seguir no projeto»

     🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 22 de setembro 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 2 min · 🌱EMM   Tiago Antunes já sabe onde vai correr em 2027. O corredor português, de 29 anos, renovou por mais uma temporada com a Efapel, numa continuidade que ganha peso após uma época em que alcançou os melhores resultados da carreira. A renovação foi oficializada pela equipa comandada por José Azevedo e confirma uma ligação que ganhou força ao longo de 2026. Antunes chega ao novo contrato após uma temporada particularmente produtiva: seis vitórias, entre as quais se destacam as classificações gerais da Volta ao Alentejo e do Troféu Joaquim Agostinho, além da medalha de ouro no contrarrelógio dos Jogos do Mediterrâneo. Foi ainda 6.º classificado na Volta a Portugal, resultado que reforçou o seu peso no pelotão nacional. «A melhor época de sempre» A decisão de continuar na Efapel surge, para o corredor do Bombarral, como uma consequência natural do percurso realizado na tem...

Portugal no Court: Semana de 23 de fevereiro a 1 de março

 🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: Entrar no Mundo das Modalidades

⏱️ Tempo de leitura: minutos

Portugueses espalhados pelo mundo.
Veja em que lugar os melhores portugueses estarão na próxima semana.

Ecos do Atlântico

Nuno Borges volta a empunhar a raquete no quadro principal do ATP 500 de Acapulco, no México. O maiato leva consigo o peso sereno de quem já se habituou aos grandes palcos. Entre o calor da noite mexicana e o rumor do Pacífico, há um português que procura impor o seu ritmo, ponto a ponto, como quem escreve uma história com nervo e paciência.

Mais a leste, sob os arranha-céus futuristas dos Emirados Árabes Unidos, Francisco Cabral entra em cena no quadro principal da variante de pares do ATP 500 do Dubai. No xadrez rápido do jogo de duplas, cada reflexo conta, cada vólei é uma decisão. Cabral joga com a ousadia de quem sabe que o detalhe pode ser destino.

Terra batida e resistência

Na América do Sul, Henrique Rocha procura abrir caminho desde a fase de qualificação do ATP 250 de Santiago. A terra batida chilena exige pulmão e crença. Ali, o jovem português testa limites, insiste nas trocas longas e tenta transformar ambição em presença firme no quadro principal.

Já na Índia, Frederico Silva está no quadro principal do ATP Challenger 75 de Pune. Longe de casa, mas perto do sonho, “Kiko” continua a sua travessia resiliente pelo circuito Challenger, onde cada vitória é um degrau conquistado a pulso.

O coração do Porto

Em casa, o ITF W75 do Porto transforma-se em palco de afirmação feminina. Francisca Jorge, Matilde Jorge, Angelina Voloshchuk e Ana Filipa Santos integram o quadro principal, enquanto Analu Freitas e Teresa Franco Dias procuram ultrapassar a fase de qualificação.

Há algo de simbólico em competir diante do próprio público. As bancadas conhecem os nomes, os aplausos têm memória. No Porto, cada ponto ecoa com um sotaque familiar.

Vale do Lobo em movimento

No sul do país, o ITF M25 de Vale do Lobo reúne uma forte armada nacional. Tiago Pereira, Gastão Elias e Francisco Rocha lideram a presença lusa no quadro principal.

Na qualificação, nomes como Tiago Cação e João Domingues representam experiência e persistência, lado a lado com jovens que procuram espaço num circuito exigente. Vale do Lobo respira ténis durante toda a semana, num cruzamento de gerações e ambições.

Novos horizontes

O mapa alarga-se ainda mais. Diogo Coelho tenta a qualificação no M15 de Sharm el Sheikh, no Egito, enquanto Catarina Braun compete no quadro principal do ITF J100 de Potchefstroom, na África do Sul, com Lourenço Costa e Luca Braun no qualifying.

Em Setúbal, o ITF J30 local transforma-se num viveiro de sonhos. Dezenas de jovens portugueses entram em court com a irreverência própria de quem começa a desenhar o futuro. Cada serviço é promessa, cada vitória é semente.

Mais distante, mas igualmente ligada à mesma bandeira, Misha Botelho marca presença no quadro principal do ITF J30 de Abuja, na Nigéria.

De continente em continente, Portugal joga. Entre o ruído das grandes palcos e o silêncio concentrado dos courts secundários, há uma certeza que atravessa fusos horários: a bandeira das quinas continua a encontrar espaço no circuito internacional, levada por atletas que transformam esforço em identidade e cada ponto em afirmação.



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