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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

João Almeida sai muito mal tratado da queda, mas recusa desistir: "Espero estar na partida"

  🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 6 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 2 min · 🌱EMM A vitória final escapou-lhe. Mas a vontade de continuar mantém-se intacta. João Almeida foi um dos ciclistas mais afetados pela queda coletiva que obrigou à neutralização da 4.ª etapa da Volta à Polónia e terminou o dia profundamente marcado pelas consequências do acidente. O português da UAE Emirates cruzou a meta com mais de 16 minutos de atraso , ficando praticamente afastado da discussão pela classificação geral, mas a maior preocupação deixou de ser o cronómetro. Era preciso perceber em que estado físico havia saído da queda. Com várias escoriações visíveis no lado esquerdo do corpo, o português não escondeu que as dores são intensas, embora acredite que o pior poderá ter sido evitado. “Não me sinto bem. Tenho dores no joelho e no tornozelo, mas suponho que vou ficar bem. Provavelmente consegui evitar fraturas.” Apesar do impacto do acidente, o corredor português mostrou-se determina...

Portugal no Court: Semana de 23 de fevereiro a 1 de março

 🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: Entrar no Mundo das Modalidades

⏱️ Tempo de leitura: minutos

Portugueses espalhados pelo mundo.
Veja em que lugar os melhores portugueses estarão na próxima semana.

Ecos do Atlântico

Nuno Borges volta a empunhar a raquete no quadro principal do ATP 500 de Acapulco, no México. O maiato leva consigo o peso sereno de quem já se habituou aos grandes palcos. Entre o calor da noite mexicana e o rumor do Pacífico, há um português que procura impor o seu ritmo, ponto a ponto, como quem escreve uma história com nervo e paciência.

Mais a leste, sob os arranha-céus futuristas dos Emirados Árabes Unidos, Francisco Cabral entra em cena no quadro principal da variante de pares do ATP 500 do Dubai. No xadrez rápido do jogo de duplas, cada reflexo conta, cada vólei é uma decisão. Cabral joga com a ousadia de quem sabe que o detalhe pode ser destino.

Terra batida e resistência

Na América do Sul, Henrique Rocha procura abrir caminho desde a fase de qualificação do ATP 250 de Santiago. A terra batida chilena exige pulmão e crença. Ali, o jovem português testa limites, insiste nas trocas longas e tenta transformar ambição em presença firme no quadro principal.

Já na Índia, Frederico Silva está no quadro principal do ATP Challenger 75 de Pune. Longe de casa, mas perto do sonho, “Kiko” continua a sua travessia resiliente pelo circuito Challenger, onde cada vitória é um degrau conquistado a pulso.

O coração do Porto

Em casa, o ITF W75 do Porto transforma-se em palco de afirmação feminina. Francisca Jorge, Matilde Jorge, Angelina Voloshchuk e Ana Filipa Santos integram o quadro principal, enquanto Analu Freitas e Teresa Franco Dias procuram ultrapassar a fase de qualificação.

Há algo de simbólico em competir diante do próprio público. As bancadas conhecem os nomes, os aplausos têm memória. No Porto, cada ponto ecoa com um sotaque familiar.

Vale do Lobo em movimento

No sul do país, o ITF M25 de Vale do Lobo reúne uma forte armada nacional. Tiago Pereira, Gastão Elias e Francisco Rocha lideram a presença lusa no quadro principal.

Na qualificação, nomes como Tiago Cação e João Domingues representam experiência e persistência, lado a lado com jovens que procuram espaço num circuito exigente. Vale do Lobo respira ténis durante toda a semana, num cruzamento de gerações e ambições.

Novos horizontes

O mapa alarga-se ainda mais. Diogo Coelho tenta a qualificação no M15 de Sharm el Sheikh, no Egito, enquanto Catarina Braun compete no quadro principal do ITF J100 de Potchefstroom, na África do Sul, com Lourenço Costa e Luca Braun no qualifying.

Em Setúbal, o ITF J30 local transforma-se num viveiro de sonhos. Dezenas de jovens portugueses entram em court com a irreverência própria de quem começa a desenhar o futuro. Cada serviço é promessa, cada vitória é semente.

Mais distante, mas igualmente ligada à mesma bandeira, Misha Botelho marca presença no quadro principal do ITF J30 de Abuja, na Nigéria.

De continente em continente, Portugal joga. Entre o ruído das grandes palcos e o silêncio concentrado dos courts secundários, há uma certeza que atravessa fusos horários: a bandeira das quinas continua a encontrar espaço no circuito internacional, levada por atletas que transformam esforço em identidade e cada ponto em afirmação.



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