🖋️Por: António Vieira Pacheco
📸 Créditos: Federação Portuguesa de Ténis
⏱️ Tempo de leitura: 3 minutos
| Matilde está |
A jovem vimaranense celebrou a
terceira vitória consecutiva da semana com os braços no ar, após permanecer
curvada, mão no rosto, ainda incrédula. A número dois nacional, 287.ª WTA,
derrotou Lucrezia Stefanini (138.ª) por 2-6, 6-1 e 7-6 (6). O êxito não foi
apenas um triunfo no marcador; foi um marco histórico para o ténis feminino
português.
Depois disso, houve silêncio. Um
instante suspenso. Seguiu-se a explosão contida. O alívio. A consciência da
dimensão do feito.
Um salto histórico
Quase dois anos após alcançar, no
mesmo complexo, os primeiros quartos de final numa prova do WTA 125, Matilde superou esse
marco. Chegou às meias-finais, estabelecendo uma nova barreira para o ténis
feminino nacional. Antes dela, nenhuma portuguesa havia chegado tão longe em
torneios sob a égide da WTA. O recorde anterior pertencia a Michelle Larcher de
Brito, que atingiu os quartos de final em Tashkent, em 2008, com apenas 15
anos, num torneio equivalente aos atuais WTA 250.
A história está escrita. Mas o caminho não termina aqui. Os próximos capítulos da competição prometem emoção, desafios e, sobretudo, novas oportunidades para a portuguesa consolidar o seu estatuto entre as melhores jogadoras da sua geração.
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