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Matthew Brennan: «É algo enorme» — um feito à altura de Pogačar

  🖋️ António Vieira Pacheco · 📅2 de setembro 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️2 min · 🌱EMM Mais um sprint, mais uma vitória de Matthew Brennan . O britânico foi o mais rápido em Lorca, na 11.ª etapa da Vuelta a Espanha, conquistando a sua 22.ª vitória como profissional e igualando um dos primeiros feitos de Tadej Pogačar. Sprint perfeito Matthew Brennan era o favorito para vencer a 11.ª etapa da Vuelta a Espanha em Lorca, e essa lógica foi plenamente respeitada. Após um lançamento impecável do seu companheiro de equipa da Visma | Lease a Bike, Wout van Aert , o britânico protagonizou um sprint fulminante para superar Bryan Coquard , da Cofidis, na linha de chegada. Foi a terceira vitória consecutiva de Brennan nesta Vuelta. Van Aert conseguiu a rara façanha de realizar múltiplas tarefas no sprint, lançando Brennan rumo à vitória na etapa enquanto continuava o seu esforço para conquistar o quinto lugar e consolidar a liderança na classificação por pontos. Brennan agradece “Hoje...

Tadej Pogačar reaparece no hospital depois da queda: “Stayin’ Alive” diz tudo

  🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 30 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️4 min · 🌱EMM

Tadej mostra foto numa cama de hospital.

O campeão esloveno está estável em Barcelona. Porém, a cirurgia na clavícula foi adiada devido à concussão. O resto da época está agora em dúvida.

Tadej Pogačar apareceu este domingo no hospital. E a imagem diz quase tudo.

O homem que ainda há poucos dias comandava a Vuelta a Espanha está agora numa cama de hospital, com colar cervical e marcas visíveis da queda que lhe destruiu a corrida e deixou o campeão esloveno com um diagnóstico pesado.

Mas Pogačar continua a ser Pogačar.

Na fotografia publicada nas redes sociais, o esloveno escolheu uma banda sonora que dificilmente poderia ser mais irónica: “Stayin’ Alive”, dos Bee Gees.

Uma mensagem curta, mas poderosa.

Transferido para Barcelona

Após passar a primeira noite sob observação, Pogačar foi transferido para Barcelona, onde será operado à clavícula esquerda.

O ciclista permanece estável, mas a cirurgia ainda não tem luz verde.

A razão é a concussão sofrida no violento acidente. A equipa médica pretende garantir que o esloveno reúne todas as condições de segurança antes de avançar com a intervenção.

A operação será realizada quando os médicos considerarem que o risco associado à concussão está controlado.

O diagnóstico divulgado pela UAE Emirates-XRG revelou a verdadeira dimensão do acidente.

Pogačar sofreu:

  • concussão cerebral;
  • fratura com desvio da clavícula esquerda;
  • fratura cervical estável na vértebra C;
  • Múltiplas escoriações.

A equipa confirmou, no entanto, uma informação fundamental: não existem outras lesões graves nem sequelas neurológicas. 

É essa a parte positiva de uma queda que poderia ter tido consequências ainda mais graves.

“Stayin’ Alive”

E depois veio a fotografia.

Pogačar apareceu no hospital, visivelmente marcado pelo acidente, mas aparentemente com boa disposição.

A escolha de “Stayin’ Alive” como música para acompanhar a publicação dificilmente poderia ser mais simbólica.

Após uma queda que lhe provocou uma concussão, uma fratura da clavícula e uma lesão cervical, o campeão parece querer deixar uma mensagem:

Ainda está aqui.

Não está na Vuelta.

Não está na bicicleta.

Mas está a lutar para voltar.

A temporada ficou pendurada por um fio

E aqui está a grande incógnita.

Pogačar tinha objetivos importantes para o final de 2026, incluindo os Mundiais, além de outras grandes competições.

A participação nessas provas está agora seriamente em dúvida, mas não há uma confirmação oficial de que a época tenha terminado. Tudo dependerá da recuperação, da cirurgia e, sobretudo, da evolução da concussão.

Ou seja: ninguém sabe ainda quando Pogačar poderá voltar a competir.

E, neste momento, nem deveria ser essa a prioridade.

O ciclismo pode esperar

Pogačar queria fazer história na Vuelta.

Queria conquistar a única grande Volta que ainda falta no seu currículo.

Tinha a camisola vermelha.

Tinha uma vantagem confortável.

Tinha três vitórias de etapa.

E tinha o sonho praticamente nas mãos.

Até que o asfalto lhe lembra que no ciclismo ninguém está imune às quedas.

Agora a camisola vermelha pertence a Enric Mas, que assumiu a liderança após o abandono do esloveno. O espanhol, num gesto de respeito, recusou-se inicialmente a vestir a camisola vermelha.

Contudo, a Vuelta continua.

Para Pogačar, não.

Para ele, começa agora outra corrida.

A corrida contra o tempo, contra as lesões e contra a vontade de voltar depressa demais.

E talvez a fotografia do hospital, acompanhada pela música “Stayin’ Alive”, seja a melhor definição possível deste momento.

Pogačar caiu. A Vuelta acabou. Mas o campeão ainda está vivo na luta para regressar.

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