🖋️Por: António Vieira Pacheco
📸 Créditos: ATP Tour
⏱️ Tempo de leitura: 3 minutos
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| Cabral esquecer Roterdão e brilhar no Médio Oriente. |
O reconhecimento não surge por acaso. Cabral ocupa o 19.º lugar do ranking mundial de pares, e Miedler, o 20.º. A
consistência das últimas semanas consolidou a parceria no lote das duplas mais
competitivas do circuito.
Primeiro obstáculo
Na ronda inaugural, terão pela frente
Sander Arends (40.º) e Romain Arneodo (47.º). Dois especialistas experientes.
Uma dupla habituada a palcos exigentes.
O encontro promete equilíbrio. Em
torneios desta categoria, a margem é curta. Um break pode decidir um ‘set’. Um
detalhe pode alterar a narrativa.
Cabral e Miedler entram com
responsabilidade acrescida. Ser cabeça de série significa proteger o ranking,
defender estatuto e corresponder às expectativas. Mas também é sinal de
respeito conquistado.
Confiança sustentada
Ao contrário do que aconteceu nos
Países Baixos, onde não integraram o lote de pré-designados, em Doha partem com
outro peso competitivo. Isso traduz crescimento.
A dupla tem mostrado química. Serviço
sólido. Boa ocupação da rede. Capacidade de resposta sob pressão. Elementos que
fazem diferença em quadros densos como os de um ATP 500.
O piso rápido favorece decisões
rápidas e agressividade na primeira bola. Cabral e Miedler têm demonstrado
conforto nesse contexto.
Rumo ao Dubai
Doha é apenas o início de uma minidigressão pelo Médio Oriente. Após o torneio no Qatar, seguirão para o Dubai,
onde disputarão mais um ATP 500 antes de atravessarem o Atlântico.
A temporada continuará no continente
americano, igualmente em piso rápido. O objetivo é claro: somar pontos,
consolidar posição no top 20 e aproximar-se ainda mais da elite da variante.
A viagem é longa. O calendário é
exigente. Mas a ambição acompanha cada escala. Em Doha, começa mais um
capítulo.

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