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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Rui Oliveira continua de amarelo, mas falta-lhe o que mais quer: “Quero levantar os braços”

   🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 7 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 2 min · 🌱EMM Rui Oliveira continua de amarelo na Volta a Portugal, mas há um detalhe que o próprio português não consegue esconder: a camisola já mora nos seus ombros; o triunfo em etapa ainda não. Depois do segundo lugar no prólogo e do quarto posto na primeira etapa, o corredor da UAE Emirates voltou a bater à porta do triunfo em Albufeira. Desta vez, terminou em sexto, numa chegada ganha pelo colombiano Santiago Mesa, mas manteve a liderança da classificação geral. O problema é que Rui Oliveira não parece interessado em colecionar segundos, quartos ou sextos lugares. Quer ganhar. E já não o esconde. O amarelo não chega “ O grande objetivo era ganhar a etapa. Sabia que era difícil. Há muitos bons sprinters aqui ”, reconheceu Rui Oliveira, admitindo que esteve demasiado exposto nos metros finais. O português acredita que quem apareceu mais tarde no sprint acabou por beneficiar da po...

Rui Oliveira realiza um sonho: “Nunca imaginei vestir a camisola amarela”

  🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 6 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 2 min · 🌱EMM

Rui Oliveira feliz com a camisola amarela..

🔰 Destaque EMM

Há vitórias que se festejam com os braços no ar. Rui Oliveira não venceu a etapa, mas conquistou algo que nunca imaginou: vestir a camisola amarela da Volta a Portugal.

A camisola amarela era um sonho distante. Agora, é uma realidade.

Na estreia na Volta a Portugal, Rui Oliveira tornou-se o novo líder da corrida e não conseguiu esconder a emoção de vestir, pela primeira vez, a camisola mais desejada do ciclismo nacional.

Antes de falar de si, fez questão de reconhecer quem brilhou na etapa.

Estou sem palavras. Dou os parabéns ao Francisco Campos e ao Tavira. Ganharam de uma maneira magnífica e merecem bastante”, afirmou o corredor da UAE Emirates, demonstrando desportivismo após a chegada a Queluz.

Embora tenha terminado na quarta posição da etapa, Rui Oliveira saiu como o grande vencedor do dia na classificação geral, beneficiando do atraso do companheiro Julius Johansen, vencedor do prólogo.

O objetivo inicial era outro.

O meu objetivo era ganhar uma etapa. Nunca sonhei em vestir a camisola amarela, mas tive muitas boas pernas na subida. Todas as pessoas da minha equipa estiveram lá para me dar suporte. Estava muito confiante para este final e podia ter vencido, mas a amarela é o concretizar de um sonho.

As acelerações na Serra de Sintra foram decisivas para a mudança de líder, e Rui Oliveira respondeu sempre presente.

O campeão olímpico não esqueceu o papel da equipa, que acreditou nele desde o primeiro quilómetro.

A equipa deu-me muita confiança para hoje; acreditaram bastante em mim. Sinto-me muito agradecido. Era este o trabalho de que necessitava e esta camisola amarela significa muito.

Um dia para guardar na memória

A Volta segue para o sul com duas etapas teoricamente favoráveis aos sprinters, abrindo a possibilidade de Rui Oliveira conservar a liderança até às primeiras grandes dificuldades da montanha.

Mas, para já, o português prefere viver o momento.

Não sei. Tem sido um turbilhão de emoções. Amanhã, estarei o dia inteiro de camisola amarela e tentarei desfrutar ao máximo. Sei que há muitas pessoas contentes por mim.”

Há camisolas amarelas conquistadas pela força.

E há outras conquistadas também pela emoção.

A de Rui Oliveira tem um pouco de ambas.


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