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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Ana Caramelo: “Enquanto sentir que posso evoluir, vou continuar a estabelecer novos desafios”

   🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 17 julho 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 5 min · 🌱EMM No ciclismo, o cronómetro não permite esconder fragilidades. Cada segundo conquista-se à força das pernas, da cabeça e da determinação. Ana Caramelo tem feito dessa exigência uma de suas maiores virtudes. Natural de Caria, no concelho de Belmonte, a ciclista da Matos Mobility-Flexaco-IHS é uma das principais especialistas portuguesas em contrarrelógio. Campeã nacional da disciplina em 2023 e 2026, venceu também este ano a Taça de Portugal Feminina. Internacional portuguesa, já representou Portugal em campeonatos do mundo, consolidando um percurso marcado pela regularidade e evolução. Em entrevista exclusiva ao Entrar no Mundo das Modalidades , Ana Caramelo faz o balanço da temporada, explica o trabalho que está por trás das vitórias, analisa o crescimento do ciclismo feminino em Portugal e revela as metas que continuam a impulsionar a sua carreira.   PERFIL RESUMIDO ...

Nelson Oliveira promete continuar a atacar: “Nunca sabemos se pode ser o nosso dia”

  🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 15 julho 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 3 min · 🌱EMM

Tour de France 2026: acompanha todos os resultados e análises no hub completo da prova.

Nelson Oliveira fala sobre a fuga.

Nelson Oliveira voltou a ser um dos protagonistas do Tour de France ao integrar a fuga da 11ª etapa, apesar de o percurso estar claramente desenhado para uma chegada ao sprint. O português da Movistar explicou que, no ciclismo, nunca é possível descartar uma surpresa e garantiu que continuará à procura de oportunidades nas etapas que restam.

A esperança de surpreender

O recordista português de participações em Grandes Voltas, com 24 presenças, integrou a fuga do dia ao quilómetro 13, com Julian Alaphilippe (Tudor), Anthon Charmig (Uno-X Mobility) e Mathis Le Berre (TotalEnergies).

Em declarações à Lusa, Oliveira explicou que a decisão de atacar surgiu porque, mesmo em etapas destinadas aos sprinters, uma fuga pode chegar ao fim.

“No início, houve alguns ataques e interesse de equipas, até mesmo dos sprinters, em entrarem na fuga. Sabíamos que a chegada seria disputada no sprint. Contudo, ainda no outro dia um corredor só foi apanhado no último quilómetro. Nunca sabemos se pode ser o nosso dia.”

Pelotão não deu margem

O português explicou que a fuga nunca dispôs de uma margem confortável, uma vez que o pelotão manteve-a sempre sob controlo.

“Éramos apenas quatro e sabíamos que, se nos dessem mais de dois minutos, o cenário podia ser diferente no final. Depois vieram as longas retas e o vento de frente, que também não nos favoreceu.”

Oliveira resistiu até aos derradeiros seis quilómetros, quando seguia apenas com Charmig e Le Berre e acabou por ser alcançado antes da chegada a Nevers.

Apesar de ver a fuga anulada perto da meta, o corredor da Movistar mostrou-se satisfeito com o esforço realizado.

“Prefiro ser apanhado nos últimos seis quilómetros do que nos últimos 500 metros. Sei que demos tudo para a fuga chegar, mas o pelotão foi mais forte.”

A jornada ficou ainda marcada por um novo recorde, tornando-se a etapa em linha mais rápida da história do Tour de France, com uma média de 50,91 km/h.

“O diretor avisou-nos pelo rádio de que estávamos a bater o recorde da etapa mais rápida. Estou contente.”

Ainda há oportunidades

Esta foi já a terceira fuga protagonizada por Nelson Oliveira na edição de 2026 do Tour de France, mas o português garante que não será a última.

“Espero que sim. Ainda há muitas etapas pela frente. O objetivo da equipa é precisamente esse: tentar colocar um dos nossos corredores nas fugas”, finalizou o veterano ciclista lusitano.

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