Portugal nas finais de trampolim sincronizado
🖋️Por: António Vieira Pacheco
📸 Créditos: Instagram/Diogo Abreu
⏱️ Tempo de leitura: 3 minutos
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| Diogo Abreu e Pedro Ferreira (da esquerda para a direita) felizes em Portimão com o apuramento. |
Liderança na qualificação masculina
Diogo Abreu e Pedro Ferreira
protagonizaram uma exibição de elevado nível competitivo, concluindo a
qualificação na primeira posição, com 53.970 pontos, superando os 21 pares
presentes na prova.
O resultado foi assegurado logo na
primeira tentativa, o que permitiu à dupla portuguesa dispensar a segunda série
do exercício.
Campeão europeu em título, Pedro
Ferreira competiu ao lado de Diogo Abreu, ginasta com participações nos Jogos
Olímpicos do Rio 2016 e de Tóquio 2020, numa prestação marcada pela consistência
técnica.
Segunda dupla afastada pela regra de país
Igualmente, na competição masculina,
o par formado por Lucas Santos e Gabriel Albuquerque obteve a sexta melhor
pontuação, com 52.530 pontos.
Apesar da marca competitiva, a dupla
não segue para a final, uma vez que o regulamento da prova determina que apenas
um par por país pode disputar a fase decisiva.
Final assegurada no
setor feminino
Na vertente feminina, Catarina Nunes
e Sofia Correia confirmaram igualmente presença na final, ao concluírem a
qualificação na oitava posição, com 44.800 pontos.
O resultado permitiu às ginastas
portuguesas garantir um lugar entre os pares que disputarão as medalhas na
prova de trampolim sincronizado.
Seniores em destaque
O coordenador técnico das seleções
nacionais de ginástica, Carlos Matias, considerou que o balanço do dia foi positivo para os atletas seniores.
“Foi um dia positivo para os
seniores.”
Segundo o responsável, o desempenho ficou marcado pela consistência num contexto competitivo exigente.
Destacou a “consistência exibida e
a resposta competitiva num contexto exigente”.
Juniores abaixo das expetativas
No que diz respeito aos escalões
juniores, o responsável admitiu que o desempenho ficou aquém do esperado.
“As expectativas para a competição
foram quase cumpridas.”
Ainda assim, Carlos Matias considerou
que o nível técnico apresentado permitia antecipar resultados mais expressivos,
nomeadamente apuramentos para fases mais avançadas.
No setor masculino júnior, a equipa
portuguesa terminou como primeira reserva para as semifinais, um desfecho aquém
das ambições iniciais.
“As coisas não correram como estava previsto.”
Sub-21 com objetivos cumpridos
Já no escalão sub-21, que inclui
ginastas entre os 17 e os 21 anos e contempla a disciplina de sincronizado
misto, o responsável considerou que o desempenho correspondeu às expectativas.
“No fundo foi cumprido.”
Carlos Matias explicou que os pares
foram formados a partir dos ginastas apurados para a competição, o que
condicionava as perspetivas iniciais.
Carlos Matias explicou que os pares
foram formados a partir dos ginastas apurados para a competição, o que
condicionava as perspetivas iniciais.

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