Rui Machado: “Está tudo em aberto”

🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: Guangzhou Nantai Culture And Sports Development Co. Ltd

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Rui Machado analisa o primeiro dia da eliminatória com a China.
“Está tudo em aberto”, garante Rui Machado.

Portugal concluiu a jornada inaugural do play-off do Grupo Mundial I da Taça Davis empatado com a China, em Guangzhou, num desfecho que mantém a eliminatória totalmente em aberto. No balanço ao primeiro dia, o selecionador nacional, Rui Machado, mostrou-se confiante nas possibilidades da equipa lusa para o momento decisivo.

O 1-1 deixa tudo em aberto e dá-nos boas perspetivas para amanhã”, sublinhou o capitão português, em declarações divulgadas pela Federação Portuguesa de Ténis. “Quando começamos por ganhar 1-0, pensamos sempre no 2-0, mas terminar o primeiro dia fora de casa com este resultado continua a ser uma boa oportunidade.”

Rocha dá o primeiro sinal

O ponto inaugural pertenceu a Henrique Rocha, numa exibição sólida que mereceu muitos elogios por parte de Rui Machado. O jovem de 21 anos foi decisivo num encontro que abriu a eliminatória da melhor forma para Portugal.

“Foi um excelente encontro. O Henrique conseguiu competir muito bem, com um nível muito elevado”, afirmou o selecionador. “As condições adaptaram-se ao jogo dele, algo que já tínhamos sentido durante a semana, conseguiu executar na perfeição a estratégia definida.”

Rui Machado destacou ainda o perfil competitivo do jogador. “Demonstrou, mais uma vez, ser um grande competidor e ter um espírito de equipa notável.”

Borges luta até ao fim

No segundo singular, Nuno Borges acabou por ceder diante de Yibing Wu, num encontro marcado por um início difícil para o número um português. Segundo o capitão nacional, a abordagem agressiva do adversário condicionou o desenrolar do encontro.

“Sabíamos bem o nível a que o Wu consegue jogar. O Nuno não entrou tão bem, mas reagiu e fez um bom segundo ‘set’”, analisou Rui Machado.

O fator casa acabou por pesar. “O adversário galvanizou-se com o apoio do público, beneficiando de um ambiente e de condições claramente favoráveis ao seu jogo. Acabou por realizar um encontro de nível elevado e fechá-lo de forma muito eficaz.”

Confiança para o decisivo

Apesar da derrota, o selecionador retirou sinais positivos da resposta final de Borges. “No final, vimos o Nuno a competir bem, a lutar até ao fim, e isso dá bons indicadores para amanhã”, concluiu.

Com a eliminatória empatada, Portugal entra no segundo dia com margem de manobra e ambição intacta.

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