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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Ivo Oliveira ganha no Japão e chega aos Mundiais com a confiança em alta

     António Vieira Pacheco 11 de outubro de 2026 DIREITOS RESERVADOS — EMM Leitura estimada: 2   min Ivo Oliveira encontrou no Japão a oportunidade de conquistar a primeira vitória da temporada e a fez com autoridade. O ciclista português da UAE Team Emirates-XRG venceu este domingo a segunda etapa do Tour de Kyushu, assumiu a liderança da classificação geral e colocou-se em posição privilegiada para discutir a conquista final da prova, que termina na segunda-feira. A vitória surgiu após 127,8 quilómetros entre Bungoono e Minamiaso, numa jornada exigente em que o corredor português conseguiu guardar a capacidade de aceleração necessária para resolver a corrida nos metros decisivos. Na chegada, bateram o australiano William Heffernan e o neozelandês Luke Mudgway, segundo e terceiro classificados, respetivamente. Os três terminaram com o mesmo tempo: 3 horas, 3 minutos e 31 segundos. A diferença fez-se na velocidade e na capacidade de Ivo Oliveira de encontrar o ...

Portugal em desvantagem após derrota em pares na Taça Davis

🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: Guangzhou Nantai Culture And Sports Development Co. Ltd

⏱️ Tempo de leitura: 1 minuto

Pae português compromete aspirações de Portugal frente à China.
Francisco Cabral e Nuno Borges falham no par e Portugal fica sem margem de erro.

Assim, não Cabral e Borges

A eliminatória do play-off do Grupo Mundial I da Taça Davis entrou no seu dia decisivo com a igualdade a 1-1, mas o encontro de pares acabou por inclinar a balança a favor da China, em Guangzhou.

Nuno Borges e Francisco Cabral, que voltaram a formar dupla após dois triunfos consecutivos na edição de 2025 da competição, não conseguiram superar Zhizhen Zhang e Yi Zhou. Num duelo equilibrado e disputado a alta intensidade, a formação portuguesa ainda reagiu no segundo ‘set’, mas acabou por ceder ao fim de três parciais, com 6-4, 3-6 e 6-4.

A derrota no encontro de pares desfaz a igualdade registada após o primeiro dia e coloca Portugal numa posição de exigência máxima. A seleção nacional agora fica obrigada a vencer ambos os encontros de singulares para manter vivo o objetivo de qualificação. O cenário fica para os portugueses de elevada pressão, em que a margem de erro é inexistente e cada ponto assume um peso determinante.

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