China revela as cartas para o duelo com Portugal na Taça Davis

🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: Federação Portuguesa de Ténis 

⏱️ Tempo de leitura: 2 minutos

Os portugueses já ficaram a conhecer os tenistas chineses convocados para a Davis.

 Seleção Nacional viaja para Guangzhou para discutir o play-off do Grupo Mundial I.

O tabuleiro está montado e as peças começam a ganhar forma. A Seleção Nacional, que parte esta sexta-feira rumo à China, já conhece oficialmente os nomes que terá pela frente no play-off do Grupo Mundial I da Taça Davis, agendado para 6 e 7 de fevereiro, no Nansha International Tennis Center, em Guangzhou.

Do outro lado da rede, o capitão chinês Wu Di revelou as cartas com que pretende jogar esta eliminatória.

O técnico oriental convocou os seguintes jogadores: Bu Yunchaokete (120.º mundial), Wu Yibing (168.º), Zhou Yi (238.º), Shang Juncheng (318.º) e Zhang Zhizhen (368.º).

O duelo será travado em pisos rápidos outdoor, uma superfície onde o tempo é curto e as decisões se tomam em frações de segundo.


Primeiro capítulo

Será a primeira vez que Portugal e China se cruzam numa eliminatória da Taça Davis. Um confronto inédito, sem passado direto, mas carregado de significado. Rui Machado já tinha anunciado o quinteto português para este embate do Grupo Mundial I, apostando num equilíbrio entre experiência consolidada e sangue novo.

A nota de estreia pertence a Tiago Pereira, que se prepara para vestir pela primeira vez as cores da equipa principal. Um passo simbólico numa competição em que cada ponto pesa mais do que um simples resultado individual.

Uma equipa feita de diferentes caminhos

Portugal apresenta-se com Nuno Borges (46.º em singulares / 93.º em pares), Jaime Faria (151.º), Henrique Rocha (158.º), Francisco Cabral, 19.º do ranking mundial de pares, e Tiago Pereira (267.º em singulares / 191.º em pares). Cinco percursos distintos, reunidos em torno de um objetivo comum.

Há ranking, há juventude, há experiência e existe, sobretudo, ambição de competir fora de portas, num palco onde a margem de erro é mínima.

Em jogo, mais do que uma eliminatória

Em Guangzhou, não estará apenas em disputa um lugar no quadro competitivo. Está em jogo a continuidade de Portugal no Grupo Mundial I, num embate que exige cabeça fria, ambição controlada e capacidade de adaptação.

Numa superfície rápida, longe de casa, cada encontro será um teste à solidez coletiva. Quando a bola começar a voar, deixará de haver espaço para discursos. Só contarão as respostas dentro do court.

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