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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

João Almeida sai muito mal tratado da queda, mas recusa desistir: "Espero estar na partida"

  🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 6 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 2 min · 🌱EMM A vitória final escapou-lhe. Mas a vontade de continuar mantém-se intacta. João Almeida foi um dos ciclistas mais afetados pela queda coletiva que obrigou à neutralização da 4.ª etapa da Volta à Polónia e terminou o dia profundamente marcado pelas consequências do acidente. O português da UAE Emirates cruzou a meta com mais de 16 minutos de atraso , ficando praticamente afastado da discussão pela classificação geral, mas a maior preocupação deixou de ser o cronómetro. Era preciso perceber em que estado físico havia saído da queda. Com várias escoriações visíveis no lado esquerdo do corpo, o português não escondeu que as dores são intensas, embora acredite que o pior poderá ter sido evitado. “Não me sinto bem. Tenho dores no joelho e no tornozelo, mas suponho que vou ficar bem. Provavelmente consegui evitar fraturas.” Apesar do impacto do acidente, o corredor português mostrou-se determina...

Estoril Open em alvoroço

                                                               Por Redação

O presidente da Câmara de Cascais revelou que a edição deste ano não esteve para se realizar.
Créditos: Direitos Reservados. Carlos Carreiras é o presidente da Câmara Municipal de Cascais.





A edição deste ano do Millennium Estoril Open, disputada excecionalmente como Challenger, terminou com declarações que voltaram a colocar o futuro da prova sob escrutínio.

Durante a cerimónia de entrega de prémios, o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, revelou que “estivemos para não realizar o evento este ano”. Mais tarde, nas redes sociais, ainda proferiu: “Não tendo conseguido convencer o João Lagos a trazê-lo para casa…

Créditos: Câmara de Cascais. O discurso da revelação...

A declaração caiu como uma bomba na 3 Love, empresa que herdou o torneio em 2015 e o levou para o Clube de Ténis do Estoril (CTE).

João Lagos, antigo promotor e figura histórica da prova, reagiu:

O promotor rejeitou o convite para voltar a organizar o Estoril Open...
Créditos: Direitos Reservados. João Lagos.










“O ‘meu’ Estoril Open jogou-se 25 anos no Jamor porque não cabia no CTE — o velho ou o atual! O Estoril Open original era bem maior do que o de agora, aliás, quando nasceu no ATP Tour em 1990, nem existiam as atuais instalações. O CTE era o antigo, paredes meias com o Hotel Palácio… ao lado do Casino!”

Lagos acrescentou: “E não parou de crescer, em 2000 passou a ser jogado também por senhoras… WTA! Só aí havia o dobro de atletas em competição. Existiu uma duplicação de toda a logística — courts, juízes, apanha-bolas, refeições, balneários, estádio para sentar, no mínimo dez mil adeptos, espaço para os camiões da produção de TV e a respetiva equipa de trabalho, etc. Voltar a Cascais, onde nasceu como Challenger e ficou dois anos, 1987/88, implicaria construir toda uma nova infraestrutura e uns anos para concretizar…”.





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