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Portugal passeia em Santa Tecla na Taça Davis

      🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 18 de setembro 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 3 min · 🌱EMM    Portugal terminou o primeiro dia em Santa Tecla com uma vantagem de 2-0 sobre El Salvador. Nuno Borges confirmou o favoritismo e Jaime Faria conseguiu finalmente a primeira vitória em singulares pela Seleção na Taça Davis. O primeiro objetivo estava definido antes da eliminatória começar: Portugal tinha de sair de Santa Tecla na frente. Saiu melhor do que isso. Nuno Borges e Jaime Faria ganharam os dois primeiros singulares, ambos em dois sets, e colocaram El Salvador numa situação delicada antes do segundo dia. O ambiente da Taça Davis esteve lá — bancadas e camarotes repletos, vuvuzelas e o apoio constante ao conjunto da casa — mas Portugal não permitiu que esse fator tivesse influência. Foram duas vitórias portuguesas. E nenhuma delas chegou ao terceiro set. Borges fez o que se esperava Diego Duran tinha o público a apoiá-lo e uma op...

Borges escreve Paris a pares

🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: ATP Tour

⏱️ Tempo de leitura: 4 minutos

Lidador está nos oitavos de final de pares em oland Garros.
Lidador está nos oitavos de final de pares em Roland Garros.

 

Paris em harmonia

Nuno Borges nunca jogou em Roland Garros a variante de pares. Venceu na estreia. Hoje, repetiu a dose. Dois dias depois da estreia vitoriosa, o português e o francês Arthur Rinderknech voltaram a sorrir, desta vez perante a dupla formada por Andre Goransson e Sem Verbeek — especialistas da variante, respetivamente 27.º e 31.º do ‘ranking’ mundial.

Com uma exibição sólida, sem tremores nem concessões, o Lidador e o francês Rinderknech venceram por 6-3 e 6-2. Três quebras de serviço limpas. Nenhum ponto de break cedido. Um recital de controlo.

Rumo aos oitavos

O triunfo apura-os para os oitavos de final da variante de pares. Um feito notável para um estreante no torneio — e um marco consistente na afirmação internacional do maiato, que já tinha chegado aos oitavos do US Open e aos quartos do Australian Open, sempre ao lado do compatriota Francisco Cabral.

Em Paris, o enredo é outro, mas a qualidade mantém-se. E os resultados também.

O próximo capítulo

No horizonte, o desafio adensa-se: Borges e Rinderknech terão pela frente os britânicos Joe Salisbury e Neal Skupski, oitavos cabeças de série e nomes firmados nos pares. Mas se o ténis vive de ‘ranking’, também vive de momentos — e o momento sorri à dupla luso-francesa.

Em cada batida de bola, Borges escreve mais do que pontos — deixa capítulos. E este Roland Garros, o último palco dos quatro Grand Slams que lhe faltava conhecer em pares, está já a ser um cenário onde se vê, ouve e sente a evolução de quem cresce no silêncio e explode no jogo.

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