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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Assessoria de imprensa ou barreira à informação no desporto?

    António Vieira Pacheco 1 de novembro de 2026 DIREITOS RESERVADOS — EMM Leitura estimada: 2 min Há uma pergunta que tem de ser feita a quem exerce funções de assessoria de imprensa: afinal, para que serve um assessor? A questão não é meramente teórica. Algumas situações vividas no contacto com estruturas desportivas levantam dúvidas sobre como certas assessorias encaram a relação com os jornalistas. No ténis, perante um pedido de credencial de imprensa, a resposta foi uma pergunta: para que queria o jornalista a credencial? Noutro episódio, perante um pedido de contacto de uma atleta de ciclismo, a solução apresentada foi remeter o jornalista às redes sociais. Dois episódios distintos, mas com um denominador comum: a dificuldade em compreender que a assessoria de imprensa existe, entre outras razões, para facilitar o trabalho dos jornalistas. Uma credencial não é um favor É legítimo haver procedimentos de acreditação, critérios de acesso e regras de organização...

Nuno Borges favorito em Marrocos

       Por António Vieira Pacheco 

Créditos: Millenium Estoril Open. Maiato abre época de terra batida em Marrocos.

Nuno Borges (42.ª mundial), o número um português, já sabe quem poderá encontrar na segunda ronda do ATP 250 de Marraquexe. Isento da primeira, devido ao seu estatuto de quarto cabeça de série, o desafio do português será com o vencedor do duelo entre o italiano Fabio Fognini (97.º) e o belga Raphael Collignon (91.º).

O maiato chega a Marraquexe com uma aura de invencibilidade na terra batida, após a conquista do título em Bastad, a 21 de julho de 2024, onde venceu o retirado e ídolo espanhol Rafael Nadal, o rei desta superfície. 

Os seus adversários sabem que o seu ténis agressivo e certeiro poderá causar mossa, mesmo em superfícies mais lentas. Com o seu jogo consistente, a confiança do Lidador é mais sólida do que nunca, e ele encara a próxima fase do torneio com o espírito de quem sabe que, na terra batida, é um dos mais fortes.

Marraquexe, com a sua atmosfera única, oferece um palco singular para este confronto. O local do torneio, rodeado por uma montanha imponente, confere ao ambiente uma sensação de grandeza e tranquilidade. Os courts, circundados por palmeiras que balançam suavemente ao ritmo da brisa, parecem convidar os jogadores a entrar num estado quase meditativo. O calor dourado do sol marroquino dá um toque mágico a cada golpe, enquanto as montanhas observam, silenciosas, o desenrolar da batalha.

Para o Lidador, esta segunda ronda representa mais uma oportunidade de brilhar, num cenário onde a beleza natural e o desporto se fundem de forma quase poética. O caminho está traçado, e o adversário que surgir será somente mais um obstáculo a ultrapassar numa jornada que promete ser memorável.

Já na variante de pares, Francisco Cabral faz parceria com o austríaco Lucas Miedler e principia a caminhada frente a Jakub Paul e David Pel.

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