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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Rui Oliveira continua a bater à porta da vitória — e a porta já fica sem trinco

  🖋️ António Vieira Pacheco · 📅5 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 3 min · 🌱EMM Há derrotas que deixam azia. E há segundos lugares que começam a cheirar a aviso. Rui Oliveira ficou em segundo no prólogo da 87ª Volta a Portugal, atrás do companheiro de equipa Julius Johansen, mas saiu de Lisboa com uma mensagem bem mais importante do que a classificação: a primeira vitória em estrada continua a fugir-lhe, mas já não consegue esconder-se muito bem. O português da UAE Emirates perdeu quatro segundos para Johansen, especialista na luta contra o relógio e primeiro líder da Volta, mas colocou atrás de si nomes que conhecem estas estradas como poucos. Entre eles, Rafael Reis. Nada mau para quem, há três semanas, nem sabia se conseguiria alinhar. “É um sentimento agridoce. Não ganhei, mas perdi para o Julius, um colega de equipa. Ele é dos melhores do mundo nesta especialidade.” Tradução livre para quem acompanha de fora: não ganhou, mas também não veio brincar aos ciclistas ol...

Bruno Carvalho falha apuramento para as 'meias' do Open da Islândia de Badminton

 Por António Vieira Pacheco 
Portugueses eliminados em singulares no gelo.
 Portugueses na Islândia

Bruno Carvalho não conseguiu o apuramento para as meias-finais do Open da Islândia, após uma batalha intensa frente ao suíço Julien Scheiwiiller.

O número um português teve hoje uma jornada dupla, começando o dia com uma vitória, antes de enfrentar o terceiro cabeça de série. Lutou arduamente pelo acesso às meias-finais, mas acabou por ceder em três ‘sets’, com os parciais de 19–21, 21–19 e 15–21, frente ao helvético.

Apesar da derrota, Bruno saiu do torneio de singulares de cabeça erguida, tendo conquistado 920 pontos importantes para a tabela mundial.

Com duas vitórias conquistadas em Reykjavík, o número um português está pronto para enfrentar novos desafios e continuar a sua jornada rumo aos objetivos delineados para a presente temporada.

Nos encontros dos 'oitavos', Bruno mostrou a intensidade de um vulcão islandês prestes a entrar em erupção. 

O guerreiro lusitano venceu o inglês Hang Lin Ngnan, por 21–10, 7–21 e 21–18, em 57 minutos. No primeiro ‘set’, jogou com uma força avassaladora, surpreendendo todos com o seu desempenho. Cada ponto conquistado foi como uma explosão de lava, deixando uma marca indelével neste encontro e nos corações dos espetadores. 

A exceção foi o segundo parcial, onde houve uma quebra de energia no seu jogo.

No derradeiro controlou as operações e obteve um triunfo que catapultou para ronda seguinte.                              

Esforço Total

Bruno Carvalho estava visivelmente triste no final do encontro dos quartos de final. 

A derrota foi difícil de aceitar, especialmente após tanto esforço e dedicação.

“Dei o meu melhor em cada momento, mas sabemos que no desporto, às vezes, é uma questão de detalhes”.

“No geral, a minha prestação foi boa, mas senti que faltou apenas um bocadinho de sorte no terceiro ‘set’ diante para poder ir mais longe no torneio”, prosseguiu.

Após uma pausa, o atleta sublinhou com intensidade: “Deixei tudo naquele pavilhão — o corpo, a alma e o coração”, concluiu.

Na segunda ronda de singulares femininos, Mariana Paiva foi superada pela eslovena Anja Blazina.

A partida terminou com os parciais de 16–21 e 12–21, num jogo em que Mariana não conseguiu acompanhar o ritmo imposto pela adversária.

Apesar de uma entrada determinada, a jogadora portuguesa não conseguiu reverter a superioridade de Blazina, que se mostrou sólida e eficaz, garantindo a vitória em ambos os ‘sets’.

Na variante de pares mistos, Bruno Carvalho e Mariana Paiva não conseguiram confirmar o estatuto de segundos cabeças de série, tendo sido eliminados na primeira ronda.

A dupla lusitana defrontou os franceses Orphè Queton-Bouisson e Eva Bouville, e cederam por 17–21, 13–21.

Apesar deste revés, a participação de Bruno Carvalho e Mariana Paiva terá um impacto positivo no ‘ranking’ mundial de pares, com ambos a subir na classificação global, o que promete trazer mais motivação para os desafios vindouros.

Capital da ilha nórdica e as suas paisagens
A cidade que acolhe o Open da Islândia.



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