Pedro Rufino: “Foi uma vitória natural e esperada da nossa seleção”
🖋️Por: António Vieira Pacheco
📸 Créditos: Federação Portuguesa de Ténis de Mesa
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| Os conselhos de Rufino a João Geraldo. |
O selecionador nacional masculino, Pedro Rufino, mostrou-se satisfeito com o desempenho da equipa portuguesa após a vitória, por 3-0, frente à Nova Caledónia, na primeira jornada do Grupo 6 do Campeonato do Mundo de ténis de mesa.
A seleção da Nova Caledónia, ainda com pouca experiência em grandes palcos internacionais, nunca conseguiu criar reais dificuldades aos jogadores portugueses, permitindo a Portugal controlar o encontro com segurança e maturidade competitiva.
Para Pedro Rufino, o resultado acabou por refletir aquilo que se esperava antes do início da partida.
“Foi uma vitória natural e esperada da nossa seleção.”
Apesar do triunfo claro, o selecionador prefere olhar já para o próximo desafio, que promete ser bem mais exigente.
Um adversário com ambição renovada
A Argélia será o próximo obstáculo no caminho de Portugal. A formação africana apresentou-se hoje com grande determinação frente à Grécia, num jogo onde lutou até ao fim, apesar da derrota.
Pedro Rufino espera um duelo intenso. A equipa argelina chega pressionada pelos resultados e, tal como uma maré que sobe quando a pressão aumenta, poderá entrar em campo com ainda mais energia e ambição competitiva.
A necessidade de pontuar transforma o adversário num conjunto perigoso, capaz de elevar o ritmo e testar a concentração portuguesa.
“Espero um jogo complicado, contra uma seleção que não pode voltar a perder para se conseguir apurar para a fase seguinte”, afirmou o selecionador nacional.
Portugal prepara-se agora, na capital inglesa, para um encontro onde a concentração e a consistência poderão ser determinantes para manter o caminho rumo à fase seguinte da competição.
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