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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

McNulty ganhou sozinho, mas o Mundial foi ganho por uma equipa

António Vieira Pacheco 29 de setembro de 2026 Direitos Reservados — EMM Tempo de leitura: 4 min Crédito: Direitos Reservados T odos por um Brandon McNulty levantou os braços sozinho em Montreal. Mas o título mundial norte-americano começou muito antes daquele momento. A seleção dos Estados Unidos conseguiu algo que nem sempre aparece nos resultados: colocou os interesses individuais de lado e trabalhou para um único objetivo. Levar McNulty até ao momento certo. E funcionou. O norte-americano tornou-se campeão mundial de estrada, dando aos Estados Unidos o primeiro título mundial masculino de elite em mais de três décadas. Sem egos A expressão usada pelos próprios protagonistas resume a estratégia: os corredores colocaram os egos de lado. Num Mundial com 273,3 quilómetros, inúmeras subidas e um grupo de favoritos que não parava de olhar uns para os outros, a seleção norte-americana percebeu que precisava de jogar em equipa. Não bastava ter um corredor capaz de...

Pedro Rufino: “Foi uma vitória natural e esperada da nossa seleção”

  🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: Federação Portuguesa de Ténis de Mesa

⏱️ Tempo de leitura: 1 minuto 

Pedro Rufino analisa triunfo na estreia no Mundial de Londres.
Os conselhos de Rufino a João Geraldo.

O selecionador nacional masculino, Pedro Rufino, mostrou-se satisfeito com o desempenho da equipa portuguesa após a vitória, por 3-0, frente à Nova Caledónia, na primeira jornada do Grupo 6 do Campeonato do Mundo de ténis de mesa.

A seleção da Nova Caledónia, ainda com pouca experiência em grandes palcos internacionais, nunca conseguiu criar reais dificuldades aos jogadores portugueses, permitindo a Portugal controlar o encontro com segurança e maturidade competitiva.

Para Pedro Rufino, o resultado acabou por refletir aquilo que se esperava antes do início da partida.

“Foi uma vitória natural e esperada da nossa seleção.”

Apesar do triunfo claro, o selecionador prefere olhar já para o próximo desafio, que promete ser bem mais exigente.

Um adversário com ambição renovada

A Argélia será o próximo obstáculo no caminho de Portugal. A formação africana apresentou-se hoje com grande determinação frente à Grécia, num jogo onde lutou até ao fim, apesar da derrota.

Pedro Rufino espera um duelo intenso. A equipa argelina chega pressionada pelos resultados e, tal como uma maré que sobe quando a pressão aumenta, poderá entrar em campo com ainda mais energia e ambição competitiva.

A necessidade de pontuar transforma o adversário num conjunto perigoso, capaz de elevar o ritmo e testar a concentração portuguesa.

“Espero um jogo complicado, contra uma seleção que não pode voltar a perder para se conseguir apurar para a fase seguinte”, afirmou o selecionador nacional.

Portugal prepara-se agora, na capital inglesa, para um encontro onde a concentração e a consistência poderão ser determinantes para manter o caminho rumo à fase seguinte da competição. 

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