Mário Pedro Couto: “A equipa mostrou personalidade”

🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: Federação Portuguesa de Ténis de Mesa

⏱️ Tempo de leitura:  3 minutos 

Mário Pedro Couto aplaude Fu Yu.
Banco de Portugal aplaude um ponto espetacular de Fu Fu.

A vitória de Portugal por 3-0 frente ao Luxemburgo, no Mundial feminino de ténis de mesa, em Londres, representou muito mais do que um simples triunfo na fase de grupos. Foi, sobretudo, a verdadeira estreia competitiva da seleção nacional após Barbados não ter comparecido no primeiro encontro do grupo.

No final da partida, o selecionador nacional Mário Pedro Couto destacou como a equipa soube lidar com uma situação pouco habitual e respondeu com maturidade contra a um adversário perigoso.

“A ausência de Barbados no primeiro encontro obrigou-nos a gerir uma situação pouco habitual. Naturalmente, ao chegar a uma competição desta dimensão, queremos competir, entrar no ritmo da prova e sentir a dinâmica do Campeonato do Mundo.”

Estreia exigente no Mundial

Sem o primeiro jogo para ganhar ritmo competitivo, Portugal acabou por ter de entrar diretamente num duelo de elevada exigência.

O Luxemburgo apresentou-se como um adversário com experiência internacional e várias jogadoras habituadas a competir ao mais alto nível. Para a seleção portuguesa, isso significava iniciar o Mundial sob pressão competitiva máxima.

Segundo o técnico nacional, o principal desafio da partida foi esse.

“Não tendo isso acontecido no primeiro jogo, sabíamos que a estreia real iria acontecer diante de uma equipa muito forte e perigosa como o Luxemburgo.”

Essa circunstância obrigou a equipa portuguesa a entrar imediatamente no encontro com níveis elevados de concentração e intensidade.

“Tivemos de entrar imediatamente num nível competitivo muito elevado, sem termos tido antes um jogo que nos permitisse ganhar ritmo.”

Ainda assim, o selecionador destacou a resposta coletiva da equipa.

“A equipa preparou-se bem, manteve-se focada e respondeu com muita maturidade.”

Adversárias de grande experiência

O Luxemburgo apresentou duas jogadoras particularmente perigosas, capazes de dificultar a qualquer seleção: Sarah De Nutte e Ni Xia Lian.

Ambas são atletas com grande experiência internacional e estilos de jogo muito distintos. Este sáo fatores que exigem uma preparação tática cuidada.

Para Mário Pedro Couto, enfrentar atletas com este perfil obriga muito mais do que apenas qualidade técnica.

“Jogar contra atletas como a Sarah De Nutte e a Ni Xia Lian exige muito mais de que qualidade técnica. Exige paciência, lucidez, capacidade de tomar boas decisões sob pressão e a uma grande disciplina tática.”

Especialmente desafiante é o estilo de jogo de Ni Xia Lian. A atleta é conhecida por a sua experiência e pela forma particular como constrói os pontos.

“A Ni Xia Lian, pela sua experiência e pelo seu estilo de jogo muito particular, obriga qualquer adversária ficar em alerta permanentemente.”

Também Sarah De Nutte representa um desafio competitivo significativo.

“A Sarah De Nutte também é uma jogadora de enorme qualidade, muito habituada a este tipo de momentos.”

Maturidade nos momentos decisivos

Apesar da dificuldade do encontro, o selecionador português sublinhou um aspeto que considera fundamental na evolução da equipa: como Portugal respondeu nos momentos em que o jogo poderia mudar de direção.

“O que mais me satisfez foi a maturidade competitiva que demonstrámos nos momentos em que o encontro podia mudar de direção.”

Essa maturidade revelou-se sobretudo na capacidade de manter a identidade de jogo mesmo quando o adversário pressionava.

“Portugal não perdeu a identidade nos momentos de maior pressão.”

Segundo o técnico, as jogadoras souberam interpretar bem cada situação na partida.

“As nossas jogadoras mantiveram-se fiéis ao plano, foram corajosas quando tinham de ser agressivas e foram inteligentes quando o ponto pedia mais construção.”

Esse equilíbrio entre risco e controlo acabou por ser decisivo para garantir a vitória.

Adversárias de grande experiência

O Luxemburgo apresentou duas jogadoras particularmente perigosas, capazes de dificultar a qualquer seleção: Sarah De Nutte e Ni Xia Lian.

Ambas são atletas com grande experiência internacional e estilos de jogo muito distintos, fatores que exigem uma preparação tática bem cuidada.

Para Mário Pedro Couto, enfrentar atletas com este perfil obriga estar muito mais do que apenas qualidade técnica.

“Jogar contra atletas como a Sarah De Nutte e a Ni Xia Lian exige muito mais de qualidade técnica. Exige paciência, lucidez, capacidade de tomar boas decisões sob pressão e grande disciplina tática.”

Especialmente desafiante é o estilo de jogo de Ni Xia Lian, atleta com muita experiência e pela forma particular como constrói os pontos.

“A Ni Xia Lian, pela sua experiência e pelo seu estilo de jogo muito particular, obriga qualquer adversária permanentemente estar em alerta.”

Também Sarah De Nutte representa um desafio competitivo significativo.

“A Sarah De Nutte também é uma jogadora de enorme qualidade, muito habituada a este tipo de momentos.”

Maturidade nos momentos decisivos

Apesar da dificuldade do encontro, o selecionador português sublinhou um aspeto que considera fundamental na equipa: como Portugal respondeu nos momentos em que o jogo poderia mudar de direção.

“O que mais me satisfez foi a maturidade competitiva que demonstrámos nos momentos em que o encontro podia mudar de direção.”

Essa maturidade revelou-se sobretudo na capacidade de manter a identidade de jogo mesmo quando o adversário pressionava.

“Portugal não perdeu a identidade nos momentos de maior pressão.”

Segundo o técnico, as jogadoras souberam interpretar bem cada situação na partida.

“As nossas jogadoras mantiveram-se fiéis ao plano, foram corajosas quando tinham de ser agressivas e foram inteligentes quando o ponto pedia mais construção.”

Esse equilíbrio entre risco e controlo acabou por ser decisivo para garantir a vitória.


Comentários

Mensagens populares