📸 Créditos: ATP Tour
⏱️ Tempo de leitura: 3 minutos
![]() |
| Janice Tjen começou o ano com títulos no circuito ITF e acaba 2025 com èxitos no WTA. |
O ITF World Tennis Tour consolidou-se
em 2025 como o principal trampolim para a elite do ténis mundial. Houve recordes históricos em prémios, número de jogadores e
torneios. Foram 11.595 jogadores em 1.261 torneios, superando
os 10.979 participantes e 1.200 eventos de 2024, espalhados por 77
países de vários continentes.
O crescimento reflete não somente a
expansão global do circuito, mas também o fortalecimento das oportunidades para
atletas em todas as categorias. Entre torneios masculinos e femininos, o
equilíbrio foi evidente. Existiram 638 eventos masculinos e 627 femininos,
mostrando um esforço contínuo na igualdade de género, um dos pilares da
estratégia Advantage All da ITF.
Prémios recorde
Em termos financeiros, 2025 foi histórico. Para as mulheres, foram distribuídos 18,56 milhões de dólares, acima dos 17,87 milhões de 2024, e para os homens 13,08 milhões, contra 11,32 milhões no ano anterior.
Estes números sublinham o compromisso do
circuito com a paridade de género. Reflete não só uma política de
inclusão, mas também um incentivo concreto à progressão de carreira de jovens
talentos.
Entre os eventos de nível W50, W75,
W100 e WTA125, 206 torneios foram disputados — somente ligeiramente
abaixo dos 217 torneios do ATP Challenger Tour — confirmando o peso
crescente do circuito feminino no desenvolvimento global do ténis.
Destaques masculinos
No plano competitivo, o
australiano Dane Sweeney destacou-se com 8 títulos
individuais e 10 finais, somando 66 vitórias e 15 derrotas, o
melhor desempenho do circuito masculino em 2025. Outros três jogadores também
se destacaram com seis títulos cada: o tunisino Moez Echargui, o
britânico Alastair Gray e o sul-africano Philip Henning,
mostrando a diversidade e profundidade do talento no circuito.
Sweeney não só colecionou títulos,
mas consolidou a consistência que caracteriza os futuros nomes da elite,
servindo de exemplo para outros jogadores em ascensão.
Destaques femininos
No lado feminino, Daria
Khomutsianskaya conquistou 7 títulos individuais. Porém, Janice
Tjen utilizou o ITF World Tennis Tour como trampolim estratégico
para saltar para a elite. A tenista da Indonésia alcançou vitórias impressionantes em torneios WTA,
incluindo Montreal e Hong Kong, e subindo mais de 300 posições no
‘ranking’ mundial.
No nível W50 e superior, Sinja
Kraus e Petra Marcinko brilharam com quatro títulos cada. Kraus
terminou a temporada no posto 105, enquanto Marcinko atingiu o número
82, com vitórias consecutivas em torneios de Fujairah (W75) e Dubái (W100),
consolidando uma posição de destaque no panorama mundial.
Impulso emergente
O ITF World Tennis Tour desempenha um
papel crucial na transição do talento juvenil para os circuitos ATP e
WTA. A “Classe de 2025” destacou 5 jogadores promissores, escolhidos
entre 19 candidatos, todos com idades entre 17 e 23 anos e
vencedores de títulos no circuito. Além de Janice Tjen, a classe
inclui Victoria Mboko (Canadá), Lilli Tagger, Gilles Arnaud
Bailly e Luka Mikrut.
Estes atletas representam a nova
geração que se prepara para dominar os palcos principais, mostrando que o ITF é
mais do que uma competição: é uma escola de oportunidades, resultados e
crescimento.
Crescimento global
O crescimento do circuito não se
resume aos números. O aumento de torneios, a paridade de género e o
investimento em prémios refletem uma estratégia clara: tornar o ténis
profissional mais acessível, competitivo e sustentável. Cada torneio é uma
chance de experiência, cada vitória uma ponte para a elite, cada derrota uma aprendizagem.O ITF World Tennis Tour continua a
ser o laboratório de estrelas, um espaço onde atletas testam limites,
consolidam estilos e preparam-se para os desafios maiores que virão no ATP e
WTA Tour.
O ITF World Tennis Tour desempenha um
papel crucial na transição do talento juvenil para os circuitos ATP e
WTA. A “Classe de 2025” destacou 5 jogadores promissores, escolhidos
entre 19 candidatos, todos com idades entre 17 e 23 anos e
vencedores de títulos no circuito. Além de Janice Tjen, a classe
inclui Victoria Mboko (Canadá), Lilli Tagger, Gilles Arnaud
Bailly e Luka Mikrut.
Estes atletas representam a nova
geração que se prepara para dominar os palcos principais, mostrando que o ITF é
mais do que uma competição: é uma escola de oportunidades, resultados e
crescimento.
Olhar futuro
Se 2025 foi um ano de recordes, 2026
promete expandir ainda mais horizontes. Com jogadores emergentes prontos a
subir, igualdade de género reforçada e prémios em ascensão, o ITF World Tennis
Tour mantém-se na linha da frente do desenvolvimento global do ténis. Cumpre a sua função mais importante: ser a ponte entre talento e excelência.

Comentários
Enviar um comentário
Críticas construtivas e envio de notícias.