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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Rui Oliveira continua de amarelo, mas falta-lhe o que mais quer: “Quero levantar os braços”

   🖋️ António Vieira Pacheco · 📅 7 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 2 min · 🌱EMM Rui Oliveira continua de amarelo na Volta a Portugal, mas há um detalhe que o próprio português não consegue esconder: a camisola já mora nos seus ombros; o triunfo em etapa ainda não. Depois do segundo lugar no prólogo e do quarto posto na primeira etapa, o corredor da UAE Emirates voltou a bater à porta do triunfo em Albufeira. Desta vez, terminou em sexto, numa chegada ganha pelo colombiano Santiago Mesa, mas manteve a liderança da classificação geral. O problema é que Rui Oliveira não parece interessado em colecionar segundos, quartos ou sextos lugares. Quer ganhar. E já não o esconde. O amarelo não chega “ O grande objetivo era ganhar a etapa. Sabia que era difícil. Há muitos bons sprinters aqui ”, reconheceu Rui Oliveira, admitindo que esteve demasiado exposto nos metros finais. O português acredita que quem apareceu mais tarde no sprint acabou por beneficiar da po...

Amêndoa amarga para Francisco Cabral

                                                        Por António Vieira Pacheco
Vice-campeões no Jamor.
Créditos: FPT. Francisco Cabral e Lucas Miedler vice-campeões.

Uma semana após dançarem em sintonia até ao título do Challlenger de Madrid, Francisco Cabral e Lucas Miedler voltaram a subir ao palco — desta vez no Jamor. O aplauso foi sentido, mas a consagração ficou por um fio. No Oeiras Open 125, aonde voltaram a brilhar, ficaram a dois pontos do título, mas saíram vice-campeões, com a cabeça erguida e o olhar fixo no que continua por escrever.

Uma final entre favoritos, decidida nos detalhes

Frente aos polacos Piotr Matuszewski e Karol Drzewiecki, a dupla luso-austríaca foi travada por 6-4, 3-6 e 10–8, num duelo entre os dois mais bem cotados pares cotados do torneio. Cabral e Miedler, 57.º e 56.º do ‘ranking’ mundial de pares, chegaram a liderar por 4-1 no primeiro ‘set’. Mas o jogo é feito de momentos, e foram três pontos decisivos que fugiram, seguidos de um match tiebreak no qual os erros pesaram — sobretudo duas duplas faltas do português, a última no ponto que fechou o encontro.

Foi a 22.ª final de Francisco Cabral no ATP Challenger Tour. O tenista, natural do Porto, lutava pelo 15.º título e por um dos troféus mais importantes da sua carreira, somente atrás dos ATP 250 que venceu em 2022, no Estoril e em Gstaad.

Madrid no horizonte, Estoril no coração

Agora, o par separa-se momentaneamente. Ainda que uma presença no quadro principal do ATP Masters 1000 de Madrid não seja garantida, ambos seguem viagem até à capital espanhola com esperanças renovadas: Cabral inscreveu-se ao lado do argentino Guido Andreozzi e precisa de quatro desistências. Miedler juntou-se a Hendrik Jebens e está um degrau mais acima na lista de espera.

A parceria, porém, não termina aqui. Numa semana, reencontram-se no Millennium Estoril Open — em casa, junto ao mar e às memórias felizes. Porque quando o talento é cúmplice da paixão, os reencontros tornam-se inevitáveis.


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