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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Assessoria de imprensa ou barreira à informação no desporto?

    António Vieira Pacheco 1 de novembro de 2026 DIREITOS RESERVADOS — EMM Leitura estimada: 2 min Há uma pergunta que tem de ser feita a quem exerce funções de assessoria de imprensa: afinal, para que serve um assessor? A questão não é meramente teórica. Algumas situações vividas no contacto com estruturas desportivas levantam dúvidas sobre como certas assessorias encaram a relação com os jornalistas. No ténis, perante um pedido de credencial de imprensa, a resposta foi uma pergunta: para que queria o jornalista a credencial? Noutro episódio, perante um pedido de contacto de uma atleta de ciclismo, a solução apresentada foi remeter o jornalista às redes sociais. Dois episódios distintos, mas com um denominador comum: a dificuldade em compreender que a assessoria de imprensa existe, entre outras razões, para facilitar o trabalho dos jornalistas. Uma credencial não é um favor É legítimo haver procedimentos de acreditação, critérios de acesso e regras de organização...

Um sonho americano por um fio

 Por António Vieira Pacheco 

O português perdeu em Miami nos quartos de final.
Borges eliminado nos quartos de final de pares em Miami.

Em Miami, onde o ténis se joga ao ritmo do sol e dos sonhos, Nuno Borges esteve a um passo de alcançar um marco histórico. Ao lado do indiano Yuki Bhambri, o português entregou-se inteiramente nos quartos de final dos Masters 1000, mas a dupla britânica Julien Cash e Lloyd Glasspool acabou por lhe roubar o bilhete para as meias-finais.

Foi um duelo de equilíbrio fino, onde cada ponto carregava o peso da ambição. Os britânicos levaram o primeiro ‘set’ no tiebreak 7-6 (1), mas Borges e Bhambri responderam com firmeza, vencendo o segundo por 6-3. Tudo se decidiu no super tiebreak, uma moeda ao ar onde os detalhes fazem a diferença. A sorte, ou talvez a experiência, sorriu a Cash e Glasspool, que fecharam a partida por 10–8, deixando Borges à beira de um feito inédito.

Apesar da derrota, o português sai de cabeça erguida. Foi a sua melhor prestação de sempre de pares em Masters 1000, um sinal de que os grandes palcos já lhe reconhecem o talento. Faltou um suspiro, um instante, mas o futuro permanece aberto para quem ousa sonhar.



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