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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Rui Oliveira continua a bater à porta da vitória — e a porta já fica sem trinco

  🖋️ António Vieira Pacheco · 📅5 agosto 2026 · 📸 Direitos Reservados · ⏱️ 3 min · 🌱EMM Há derrotas que deixam azia. E há segundos lugares que começam a cheirar a aviso. Rui Oliveira ficou em segundo no prólogo da 87ª Volta a Portugal, atrás do companheiro de equipa Julius Johansen, mas saiu de Lisboa com uma mensagem bem mais importante do que a classificação: a primeira vitória em estrada continua a fugir-lhe, mas já não consegue esconder-se muito bem. O português da UAE Emirates perdeu quatro segundos para Johansen, especialista na luta contra o relógio e primeiro líder da Volta, mas colocou atrás de si nomes que conhecem estas estradas como poucos. Entre eles, Rafael Reis. Nada mau para quem, há três semanas, nem sabia se conseguiria alinhar. “É um sentimento agridoce. Não ganhei, mas perdi para o Julius, um colega de equipa. Ele é dos melhores do mundo nesta especialidade.” Tradução livre para quem acompanha de fora: não ganhou, mas também não veio brincar aos ciclistas ol...

Um sonho americano por um fio

 Por António Vieira Pacheco 

O português perdeu em Miami nos quartos de final.
Borges eliminado nos quartos de final de pares em Miami.

Em Miami, onde o ténis se joga ao ritmo do sol e dos sonhos, Nuno Borges esteve a um passo de alcançar um marco histórico. Ao lado do indiano Yuki Bhambri, o português entregou-se inteiramente nos quartos de final dos Masters 1000, mas a dupla britânica Julien Cash e Lloyd Glasspool acabou por lhe roubar o bilhete para as meias-finais.

Foi um duelo de equilíbrio fino, onde cada ponto carregava o peso da ambição. Os britânicos levaram o primeiro ‘set’ no tiebreak 7-6 (1), mas Borges e Bhambri responderam com firmeza, vencendo o segundo por 6-3. Tudo se decidiu no super tiebreak, uma moeda ao ar onde os detalhes fazem a diferença. A sorte, ou talvez a experiência, sorriu a Cash e Glasspool, que fecharam a partida por 10–8, deixando Borges à beira de um feito inédito.

Apesar da derrota, o português sai de cabeça erguida. Foi a sua melhor prestação de sempre de pares em Masters 1000, um sinal de que os grandes palcos já lhe reconhecem o talento. Faltou um suspiro, um instante, mas o futuro permanece aberto para quem ousa sonhar.



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