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Destaque do Universo do Ciclismo e dos Desportos de Raquetes

Assessoria de imprensa ou barreira à informação no desporto?

    António Vieira Pacheco 1 de novembro de 2026 DIREITOS RESERVADOS — EMM Leitura estimada: 2 min Há uma pergunta que tem de ser feita a quem exerce funções de assessoria de imprensa: afinal, para que serve um assessor? A questão não é meramente teórica. Algumas situações vividas no contacto com estruturas desportivas levantam dúvidas sobre como certas assessorias encaram a relação com os jornalistas. No ténis, perante um pedido de credencial de imprensa, a resposta foi uma pergunta: para que queria o jornalista a credencial? Noutro episódio, perante um pedido de contacto de uma atleta de ciclismo, a solução apresentada foi remeter o jornalista às redes sociais. Dois episódios distintos, mas com um denominador comum: a dificuldade em compreender que a assessoria de imprensa existe, entre outras razões, para facilitar o trabalho dos jornalistas. Uma credencial não é um favor É legítimo haver procedimentos de acreditação, critérios de acesso e regras de organização...

Gastão Elias relâmpago em Girona

🖋️Por: António Vieira Pacheco

📸 Créditos: Federação Portuguesa de Ténis

⏱️ Tempo de leitura: 4 minutos

Breve passagem do experiente tenista da Lourinhã por Girona.
Português com passagem fugaz por Girona.

A chuva passou. E à terceira vez trouxe-lhe a esperança, mas não a permanência. Gastão Elias estreou-se na fase de qualificação do Challenger 100 de Girona como quem vê uma porta entreaberta — alternativa tardia, convite do acaso —, mas a passagem foi breve, tão breve quanto um relâmpago que ilumina sem se instalar.

O português, atual 332.º do ‘ranking’, regressava ao circuito secundário após batalhas algarvias nos ITF. Em Girona, diante do austríaco Lukas Neumayer, 209.º do mundo, encontrou ritmo e resistência, ergueu-se após o primeiro tombo, mas não teve fôlego para a travessia completa. O duelo fechou-se em 6-4 e 6-4, num compasso de hora e meia.

A fase prévia do Challenger 100 ficou para trás, interrompida e retomada entre caprichos da meteorologia. O futuro próximo de Elias, esse, permanece em aberto: Réus ou Barletta? No ITF M25 espanhol, é o quinto melhor posicionado da grelha; no torneio italiano, aguarda, de novo, como alternativa.

Enquanto isso, a presença lusa em Girona ainda respira. Francisco Cabral lança-se nos pares, ao lado de Bart Stevens, defendendo o estatuto de segundo cabeça de série. Henrique Rocha, por sua vez, aguarda. O nome do primeiro obstáculo chegará do qualifying. O palco está montado, resta ver quem o habitará com mais permanência.


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